quinta-feira, 22 de abril de 2010

A Vaidade da Vida


Não escondo a vaidade
a vaidade que sinto por ter-te
Demonstro a beleza
a beleza que vejo em ti

Não me rogo a dor da saudade
a saudade da distância de ti
Apeteço o sabor dos seus lábios
os lábios que acalantam meu ser

Não fecho meus olhos em face da sua luz
sua luz que ilumina a punge do meu amor
Velo teu sono
teu sono que me desperta pela serenidade

Não choro quando da tua partida
tua partida que me faz em pedaços
Sorrio quando da tua chegada
tua chegada que me lembra: Estou vivo!

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